Eu não sei se estou perto ou longe, se peguei o rumo certo ou errado; sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de formas diferentes. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência e cada lição. E mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, só o fato de saber que eu consegui aprender com os meus erros, me fez perceber que tudo valeu a pena.
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Como superar os limites internos - Curso baseado no livro "A Guerra da Arte" Steven Pressfield
Gostaria de dividir com vocês um Palestra da Profª Lucia Helena Galvão, falando sobre o Livro "A Guerra da Arte" de Steven Pressfield, o vídeo é um pouco grande mas vale muiiito a pena assistir, não só esse vídeo mas outros da profª: Organização do Tempo, Técnicas de Estudo e outros.
Download do Livro: Guerra da Arte
sábado, 30 de julho de 2016
O Eu
O indivíduo, através da reflexão e do auto-encontro, deve preocupar-se com o desvelamento do si, identificando os valores relevantes e os perniciosos. sem conflito, sem escamoteamento, trabalhando aqueles que são perturbadores, de modo a não facultar ao ego doentio o apoio psicológico neles, para esconder-se sob o ressentimento na justificativa de buscar ajuda para a autocompaixão.
Extraído do Livro: O Ser Consciente - Joanna de Angelis
segunda-feira, 20 de junho de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Separar-se dói, mas também pode ser uma benção
Monja Coen, Primaz Fundadora da Comunidade Zen-Budista de São Paulo, discorre sobre sobre separação, desilusão, desapego e amor neste belíssimo texto feito especialmente para o Casar, descasar, recasar. Desfrute!

“Nem sempre as pessoas com quem iniciamos a travessia são as mesmas com quem chegaremos do outro lado. Mas sempre há alguém por perto. Nunca estamos sós” (Foto: Luís Furquim)
Monja Coen
É possível separar-se de alguém com respeito e com ternura.
É possível um divórcio verdadeiramente amigável.
Mas para isso é preciso que as duas pessoas envolvidas no processo de desfazer um laço de intimidade tenham amadurecido o suficiente para conhecer a si mesmas.
Caminhamos lado a lado com algumas pessoas em alguns momentos da vida.
Minha professora de hatha ioga, Walkiria Leitão, comentou em uma de nossas aulas:
“A vida é como atravessar uma ponte. Nem sempre as pessoas com quem iniciamos a travessia são as mesmas que nos cercam agora ou com quem chegaremos do outro lado. Mas sempre há alguém por perto. Nunca estamos sós.”
O medo da solidão, muitas vezes, faz com que as pessoas suportem o insuportável. Ou se lamentem após uma separação, apegadas até mesmo ao conflito conhecido.
Ainda há mulheres que sofrem violências morais e até mesmo físicas de seus companheiros ou companheiras.
Ainda há homens que sofrem violências morais e até mesmo físicas de suas companheiras ou companheiros.
Como dar limites? Como conhecer esses limites?
Quando os limites são desrespeitados, as dificuldades começam. Dificuldades que podem levar à separação e ao divórcio. Dificuldades que podem levar ao sofrimento filhos e filhas, animais de estimação, amigos, familiares.
Caminhamos lado a lado.
Ou não.
Quando nos afastamos e nos distanciamos, nunca é repentino.
Um processo que, se desenvolvermos a clara percepção da realidade do assim como é, poderemos prever, antecipar e até mesmo alterar o desenvolvimento do processo.
Entretanto, se não conseguirmos antever o que já acontece, se colocarmos lentes fantasiosas sobre a realidade, poderemos nos desiludir e nos sentirmos traídos na confiança mais íntima do ser.
Professor Hermógenes, um dos pioneiros do yoga no Brasil, fala sobre a criação de uma nova religião chamada “desilusionismo”:
“Cada vez que temos uma desilusão estamos mais perto da verdade, por isso agradecemos.”
Se você teve uma desilusão é porque não estava em plena atenção. Mas não fique com raiva nem de você nem da outra pessoa.
Nada é fixo. Nada é permanente.
Saber abrir mão, desapegar-se – até da maneira como tem vivido – é abrir novas possibilidades para todos.
Por que sofrer? Por que manter relações estagnadas ou de conflito permanente? Ou como transformar essas relações e dar vida nova ao relacionamento?
Apreciar e compreender a vida em cada instante é uma arte a ser praticada.
Separar-se dói, confunde, mexe com sonhos e estruturas básicas de relacionamentos.
Separação pode ser também uma bênção, uma libertação de uma fantasia, de uma ilusão.
Observe em profundidade.
Será que ainda é possível restaurar o vaso antigo?
No Japão, as peças restauradas são mais valiosas do que as novas. Tem história, emoção, sentimento.
Cuidado com o eu menor.
Cuidado com sentimentos de rancor, raiva, vingança.
Esse sentimentos destroem você, mais do que as outras pessoas.
Desenvolva a mente de sabedoria e de compaixão.
Queira o bem de todos os seres. Isso inclui você.
Cuide-se bem e aprecie a sua vida – assim como é –, renovando-se a cada instante e abrindo portais para o desconhecido, o novo – que pode ser antigo, mas novo a cada instante.
Mantenha viva a chama do amor incondicional e saiba se separar (se assim for) com a mesma ternura e respeito com que se uniu.
Esse o princípio de uma cultura de paz e de não violência ativa.
Que assim seja, para o bem de todos os seres.
Mãos em prece
Monja Coen é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen-Budista, com sede em São Paulo, onde promove diferentes atividades, como práticas de meditação, cursos e palestras, além de casamentos e outras cerimonias religiosas; www.monjacoen.com.br. É autora, entre outros, de “Sabedoria da Transformação” (editora Planeta).
domingo, 27 de dezembro de 2015
Eu Maior II
É sempre difícil agente falar das qualidades da gente, principalmente porque geralmente quando você fala de você, aquilo não é exatamente você, aquilo é o que você quer as pessoas achem que é você, e é uma armadilha, porque você descobre a qualidade de uma pessoa não é quando ela fala de si, mas quando fala dos outros. Acho que é uma qualidade que devemos cultivar, não é que eu a tenha, mas que eu almejo te-la, saber me frágil, saber me incompleta, saber me faltosa, dependente desse outro (O Criador) que me sustenta, me completa e que me quieta.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Justiça Divina II
A Expiação é Medida da
Lei apenas para os corações endurecidos.
Quando estivermos em
uma expiação qual parte do meu coração petrificou?
O que a dor está
procurando amolecer em mim?
Porque a criatura que
se coloca de forma maleável nas mãos do criador, os mecanismos da misericórdia
divina vão lhe dando trabalho, para aquele resgate através do trabalho.
Famoso caso contato
por Humberto de Campos da criatura que veio com a programação de perder o braço
mas uma ação intensa no bem fez com ele perdesse apenas o dedo. Porque o
criador não quer que perdemos braços, pernas, visão, audição, o criador quer
que nos afastemos do mal, que a gente não sinta mais prazer em praticar o mal,
que o nosso coração se sinta feliz em semear o bem, mas infelizmente é em muitas
áreas que o nosso sentimento está petrificado. A criaturas cujo coração é de
uma bondade, ele visita orfanados creches se dedica aos trabalhos assistenciais
mas dentro de casa ele é um tirado, agressivo, incompreensível o coração é mole
para algumas coisas mas em outras é duro, à outro que são extremamente amorosos
dentro de casa com a família mas no trabalho ele é um Hitler. É um misto de
coração com uns pedacinhos de pedra e outros de carne, é um misto, é como se
nós tivéssemos petrificações localizadas na alma, mas petrificações que
perduram séculos.
Ao atender uma pessoa
ele me disse: Eu sou muito religioso, muito religioso, mas essa pessoa que
causou um tremendo mal, eu não tenho coragem de matá-la porque sou muito
religioso, mas venho aqui porque quero a justiça, eu quero que acabe com a vida
dela. Sem nenhum julgamento nós apenas aconselhamos, então faz o seguinte antes
de dormir você vai fazer uma prece e vai pedir uma audiência com Jesus, durante
o sono ele vai vir para a audiência, você vai pegar nas mãos de Jesus vai falar
com Jesus olhando nos olhos dele e dizer assim: Mestre o senhor que perdoou os
inimigos na cruz, o senhor que jamais levantou as mãos para ferir eu peço que
atende meu pedido eu quero vingança (fala isso olhando nos olhos de Jesus). O
senhor começou a chorar, porque isso não é justiça divina, não é a justiça
divina.
Tenhamos sempre os
ensinamentos de Jesus e sua vivencia na terra como exemplo a ser seguido, o
mestre que é guia e modelo da Humanidade.
Qual o tipo mais
perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
“Jesus”.
Para o homem, Jesus
constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra.
Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a
expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos
têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
A Inconsistência das Magias de Amor
Morya
Por mais positiva que possa ser alguma coisa, ela
em excesso se torna negativa.
O amor é necessário, porém em excesso se
torna obsessão.
A crença religiosa é necessária, porém em
excesso se traduz como fanatismo.
Sendo assim, a bipolaridade é uma constatação,
pois coisas, atitudes, entre outras, possuem seus lados positivo e negativo. Um
bisturi é utilizado positivamente quando serve para a realização de cirurgias
curativas, porém é mal utilizado quando é o instrumento de um crime.
Tal situação não é diferente quando vocês
utilizam mecanismos da chamada magia. Esta é necessária quando usada na cura,
na transmutação das imperfeições e das negatividades, ou como instrumento de
defesa psíquica. Porém, também pode ser usada para o mal, na tentativa de
prejudicar outras pessoas ou lhes inibir o livre arbítrio.
Desejo aqui me prender à questão do livre
arbítrio, tendo em vista que tem aumentado consideravelmente o número de irmãos
que utilizam práticas condenáveis, quanto ao livre arbítrio de terceiros.
Uma dessas práticas é a chamada magia de
amor. Através dela, alguns irmãos trabalham para conquistar a afeição de
outros, acreditando assim estarem gerando um benefício para ambos, seja em
interesse próprio ou não.
Esse tipo de magia, também denominada de
magia vermelha, é uma das maiores agressões que se comete ao livre arbítrio de
alguém e, por isso, deve ser condenada de forma veemente.
Quem a realiza, acredita estar
conquistando o coração de alguém, ou mesmo promovendo a união ou a separação
afetiva de terceiros. Mas lhes pergunto, como essa conquista ou união pode ser
positiva, se ao menos uma das partes não decidiu livremente sobre ela? Qual a
validade disso, ou mesmo a durabilidade?
A tendência nesses casos é uma relação
pseudofeliz, com contornos puramente artificiais, marcada pela efemeridade. Ela
se desgasta rapidamente, levando os parceiros ao cansaço, advindo conflitos e
desavenças. Portanto, é uma ilusão temporária. E quando se desperta dessa
ilusão, muitas vezes se faz em momentos não propícios, quando crises ocorrem no
lado profissional, ou mesmo envolvendo filhos ainda crianças.
O que no início parecia um grande
sentimento de amor, surge na verdade como uma doentia obsessão, que culmina
invariavelmente com eventos traumáticos.
Esse fato ainda se agrava quando, para
manter a relação, são realizados novos trabalhos de reforço da magia vermelha,
o que pode causar, além de novos karmas no lado espiritual, sérias enfermidades
em algum dos parceiros no plano físico. Pois a vibração que receber estará lhe
comprometendo o organismo e, por ser negativa, lhe despertando interesses
mundanos, como obsessão sexual, tendência a jogos de azar, descontrole quanto
ao ego, compulsões variadas, envolvimentos financeiros ilícitos, entre outras
imperfeições. Negatividades latentes no corpo etéreo, mas que não haviam ainda
sido manifestadas.
Mas isso não é tudo. Para a realização
desses trabalhos de magia de amor, recorre-se a forças espirituais. E posso
lhes garantir que nenhuma entidade espiritual elucidada e de luz compartilhará
dessa atividade. Abrindo, assim, caminho, para que espíritos sem luz possam ser
os tutores da magia vermelha.
Esses irmãos, ainda vivendo em umbrais
sem luz, operam estritamente ligados à matéria. Dessa forma, são incentivadores
de prazeres e desvios carnais, dando o mal de graça e vendendo o que consideram
ser o bem. Tão logo atendem pedidos sobre a magia vermelha, cercam quem os
pediu, vibrando para que essa pessoa entre em sintonia com eles, incentivando a
realização de práticas que lhes proporcionem satisfação vibracional,
principalmente o desvario sexual e o alcoolismo. É a cobrança pelo que fizeram.
Portanto, entendam que a magia vermelha
não é apenas uma simples interferência no livre arbítrio alheio. Ela também
desencadeia inúmeras conseqüências para as pessoas com ela envolvidas. Desde
problemas psíquicos, até doenças físicas, tendo como fundamento fatores
espirituais. Que se não forem tratados a tempo, podem ser estigmatizados para
encarnações subseqüentes.
Quando quiserem conquistar um grande
amor, tenham em mente que nunca serão felizes pela magia vermelha. Um grande
amor pode ser conquistado sim, mas através da autoestima. No momento que se
preocuparem em transmutar as negatividades, praticarem a caridade e tiverem
bons pensamentos. Farão com que suas auras se iluminem, revelando a bondade e a
beleza de seus espíritos, atraindo parceiros com os mesmos sentimentos. E então
encontrarão a resposta para a pergunta que fazem muitas vezes. O porquê, de
pessoas tão bonitas fisicamente sentirem atração por outras nem tanto. Pois aí
pode estar o verdadeiro amor, que respeita o livre arbítrio e tem como
fundamento básico os sentimentos equilibrados, e não os obsessivos.
(Mensagem psicografada por Hur-Than de Shidha, publicada no livro "O
AMPARO DO ALTO",
Editora do Conhecimento. Pode ser reproduzida desde que mencionada a fonte)
Assinar:
Postagens (Atom)



