domingo, 14 de agosto de 2011

Os monges

Os monges tibetanos são proibidos de tocar em mulher, eles possuem castidade total! E uma vez viajavam dois monges em direção ao mosteiro, quando chegaram à beira de um rio encontraram uma mulher chorando. O monge mais novo se apiedou e perguntou porque ela chorava, e ouviu:" É que preciso atravessar o rio e não sei como, além do mais não posso molhar minha roupa" ...e o monge mais novo respondeu: " prepare-se, vou atravessá-la!" O monge mais velho olhou assustado, mas o jovem monge colocou a mulher nos ombros e atravessou-a. Seguiram caminho e dois dias depois ao chegar no mosteiro o monge mais velho disse: "Sou obrigado a entregar-te aos nossos superiores"...e o monge mais novo que nem se lembrava mais da ação feita, perguntou: "Ora, porque?", ao que ouviu do velho monge: "Você sabe que somos proibidos de tocar em mulher e você carregou aquela mulher no rio"...

Então o jovem monge tranquilamente respondeu: "Então eu também vou entregar-te", e o velho monge reagiu: " Porque vai me entregar, eu não toquei naquela mulher!". E o monge mais novo concluiu: " A mulher que eu toquei, deixei lá do outro lado do rio, mas você carrega ela na mente até agora!"...

sábado, 16 de julho de 2011

Saúde ou enfermidade, como está o seu perispírito?

As ciências médicas hoje já entendem que a causa de grande parte das doenças está no próprio doente, em suas atitudes perante a vida. São as doenças psicossomáticas. Por isso cabe a ele próprio maior esforço para curar-se. Em qualquer situação de enfermidade o papel mais importante no tratamento é o do próprio paciente, das suas posturas interiores .
Devemos procurar as causas das enfermidades onde realmente elas se encontram, e elas, certamente, estão em nós mesmos.
Explica o espírito Miramez, que os maus pensamentos são um lixo que, por lei, deve ficar com quem o produziu.
Todos nós produzimos, em maiores ou menores proporções, esse lixo mental e emocional, poluente da alma, através dos pensamentos, sentimentos e atitudes , antifraternos, depressivos ou viciosos, tais como a inveja, o ódio, o rancor, o azedume, a revolta, assim como também a luxúria, o egoísmo, a ganância, a violência e tantos outros valores negativos dos quais nem sempre nos apercebemos.
Quando isto acontece, nossa própria natureza se encarrega de expulsar parte desse lixo para que não nos sufoque, e essa carga mórbida, ao ser drenada para o corpo carnal, materializa-se nele em forma de doenças, ou de predisposições para determinadas enfermidades.

A saúde e a enfermidade são produto da harmonização ou desarmonização do individuo para com as leis espirituais que do mundo oculto atuam sobre o plano físico; as moléstias, portanto, em sua manifestação orgânica , identificam que no mundo psíquico e invisível aos sentidos da carne ,a alma está enferma!(Fisiologia da Alma/Ramatís)
O volume de cólera ,inveja ,luxuria, cobiça, ciúme, ódio que porventura o espirito tenha imprudentemente acumulado no presente ou nas existências físicas anteriores forma um PATRIMONIO ´´MORBO PSIQUICO``, uma carga insidiosa e tóxica que , em obediência á lei da harmonia Espiritual , deve ser expurgada da delicada intimidade do períspirito.( Fisiologia da alma, Ramatís)
São os pensamentos e os atos do Espírito que determinam a maior ou menor soma de dores por que há de passar, pois do equilíbrio e da paz da consciência espiritual do ser é que resulta a estabilidade magnética ou eletrônica do períspirito e do corpo físico .(Fisiologia Da Alma)
As dores e as enfermidades aquebrantam a rudeza e humilham o orgulho da personalidade humana ; obriga o espirito a centralizar-se em sí mesmo e a procurar compreender o sofrimento .
Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive.
Aquele que nada encontrou de bom nos lugares onde passou, não poderá encontrar outra coisa dentro de sí.
Somos todos viajantes no tempo e o futuro de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo.
A saúde a enfermidade, ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos.

Extraido do Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Ser transparente


Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.

Retirado de Momento Espírita

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo.

Queria dividir com vc um texto que li de uma prova que fiz... Muitoo bom mesmo! é um texto prático, inteligente; e um fato do nosso cotidiano neah ;D ... escrito pelo Médico-psiquiatras Roberto Shinyashiki, pós-graduado em gestão de negócios, doutorando em administração pela Usp.

é bem assim: Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo.

Não conheço ninguém que tenha progredido na carreira sem trabalhar pelo menos doze horas por dia nos primeiros anos.

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.

Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá de se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante, terá de investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.

O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para conseguir um resultado diferente da maioria, você tem de ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.

Não se compare à maioria, pois, infelizmente, ela não é modelo de sucesso.

Se você quiser atingir uma meta especial, terá de estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.

Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.

Terá de trabalhar, enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende da dedicação.

Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde ela está. Ilusão é combustível de perdedores. "Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio, quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa."

Para entender e adaptar-se às exigências do século XXI, todo e qualquer profissional precisa cultivar uma nova postura - desenvolvimento contínuo das competências técnicas e humana, capacidade de trabalhar em equipe, ter comportamento ético, maior compromisso com os resultados e a busca contínua de qualidade em tudo que faz.

domingo, 12 de junho de 2011

Estresse e espiritualidade

Para o grande público, estresse é uma situação psicologicamente agressiva que repercute no corpo. Este, porém, é apenas um dos aspectos do estresse, a sua versão psicossomática, há outros, porém, a serem considerados. Na verdade, o ser humano vive em estado de estresse permanente, bombardeado por fatores estressantes diversos - físicos, psicoemocionais, e espirituais - que lhe exigem constante adaptação ao mundo que o cerca. É sempre fácil examinar as consciências alheias, identificar os erros do próximo, opinar em questões que não nos dizem respeito,

indicar as fraquezas dos semelhantes, educar os filhos dos vizinhos, reprovar as deficiências dos companheiros,

corrigir os defeitos dos outros, aconselhar o caminho reto a quem passa, receitar paciência a quem sofre e retificar as más qualidades de quem segue conosco...

Mas enquanto nos distraímos, em tais incursões a distância de nós mesmos, não passamos de aprendizes que fogem, levianos, à verdade e à lição.

Enquanto nos ausentamos do estudo de nossas próprias necessidades, olvidando a aplicação dos princípios superiores que abraçamos na fé viva, somos simplesmente cegos do mundo interior relegados à treva...

Despertemos, a nós mesmos, acordemos nossas energias mais profundas para que o ensinamento do Cristo não seja para nós uma bênção que passa, sem proveito à nossa vida, porque o infortúnio maior de todos para a nossa alma eterna é aquele que nos infelicita quando a graça do Alto passa por nós em vão!...

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade.
Ditado pelo Espírito André Luiz.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Viver em Paz



“... Vivei em paz...”. – Paulo (II Coríntios, 13:11).

Mantém-te em paz.
É provável que os outros te guerreiem, gratuitamente, hostilizando-te a maneira de viver, entretanto podes avançar em teu roteiro, sem guerrear a
ninguém.
Para isso, contudo – para que a tranqüilidade te banhe o pensamento –, é necessário que a compaixão e a bondade te sigam todos os passos.
Assume contigo mesmo o compromisso de evitar a exasperação.
Junto da serenidade poderás analisar cada acontecimento e cada pessoa no lugar e na posição que lhes digam respeito.
Repara, carinhosamente, os que te procuram o caminho...
Todos os que surgem, aflitos ou desesperados, coléricos ou desabridos, trazem chagas ou ilusões. Prisioneiros da vaidade ou da ignorância, não
souberam tolerar a luz da verdade e clamam irritadiços... Unge-te de piedade e penetra-lhes os recessos do ser e identificarás, em todos eles, crianças espirituais, que se sentem ultrajadas ou contundidas.
Uns acusam, outros choram.
Ajuda-os, enquanto podes.
Pacificando-lhes a alma, harmonizarás, ainda mais a própria vida.
Aprendemos a compreender cada mente em seu problema.
Recorda-te de que a Natureza, sempre divina em seus fundamentos, respeita a lei do equilíbrio e conserva-a sem cessar.
Ainda mesmo quando os homens se mostram desvairados, nos conflitos abertos, a Terra é sempre firme e o Sol fulgura sempre.
Viver de qualquer modo é de todos, mas viver em paz consigo próprio é serviço de poucos.
(De“Segue-me!...”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível.

Chorar não resolve, falar pouco é uma virtude, aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoismo. Para qualquer escolha se segue alguma consequência, vontades efêmeras não valem a pena, quem faz uma vez, não faz duas necessariamente, mas quem faz dez, com certeza faz onze. Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível. Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida, o que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente, não é preciso perder pra aprender a dar valor, e os amigos ainda se contam nos dedos.
Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela. Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado, o tempo sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são imediatos.
(Charles Chapelin)