Eu não sei se estou perto ou longe, se peguei o rumo certo ou errado; sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de formas diferentes. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência e cada lição. E mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, só o fato de saber que eu consegui aprender com os meus erros, me fez perceber que tudo valeu a pena.
sexta-feira, 27 de abril de 2018
Relato de Divaldo Franco sobre a irmão suicida
Relato do Divaldo sobre a irmã suicida que ficou em perturbação no umbral por 33 anos, ficando assim até a mãe de Divaldo desencarnar em 1972 e auxilia-lá. Vejam o video vale muito a pena para reflexão.
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